Gerenciadores de Internet ajudam empresários contra crimes cibernéticos.
A LGPD (Lei GERAL de Proteção de Dados) no Brasil aumenta discussões sobre o tema

A internet é, sem dúvidas, um local que já faz parte da vida de muita gente, oferecendo possibilidades e oportunidades. Todavia, o aumento da sua importância na dinâmica social acarretou, involuntariamente, num crescimento dos chamados crimes cibernéticos. A cada dia, mais e mais tais delitos são cometidos via internet, com atividades ilegais sendo praticadas em sites, ou até mesmo em redes sociais como Instagram e Facebook.

Nos crimes mais “comuns”, já constatados no Brasil, está a pornografia infantil (e aqui se enquadra também a exploração sexual), a chamada revenge porn (pornografia de vingança, quando fotos e vídeos íntimos são vazados no intuito de atingir alguém por vingança), além dos casos de bullying, perseguição e assédio on-line. Todos estes delitos podendo ter origem de uma rede pública ou privada.

É aqui que um interessante detalhe entra nessa história: o cuidado com os dados dos usuários de internet em estabelecimentos comerciais. Tal prática torna-se indispensável, já que existe a possibilidade desses cibercrimes serem realizados diretamente de redes de internet pública, dentro dos referidos estabelecimentos. E, caso não exista um gerenciamento desta distribuição de internet, o dono do local poderá ser responsabilizado por estes atos ilegais.

Gerenciar a sua internet pública tornou-se uma necessidade

O gerenciamento dos chamados hotspots, ou seja, de um determinado local onde uma rede sem fio (tecnologia Wi-Fi) está disponível para ser utilizada, tornou-se bem mais do que um serviço cômodo. Atualmente, a necessidade de ter um gerenciador de internet como o SemSenha enquadra-se na prevenção do empresário contra a prática dos crimes citados acima em seus estabelecimentos. Além disso, ajudam a organizar e cuidar das conexões do usuário.

Assim, informações simples e importantes como nome e e-mail tornam-se fundamentais para o registro das informações do usuário. Tudo isso como um respaldo que o dono de um estabelecimento pode ter, ao fornecer internet livre para seus clientes.

Apesar do Marco Civil da internet ter surgido desde 2009, foi apenas no ano passado que a LGDP, a Lei Geral de Proteção de Dados foi sancionada pelo então Presidente Michel Temer. Tal Lei irá aumentar a privacidade de dados pessoais, e o poder das entidades reguladoras para fiscalizar organizações. Vale ressaltar que quem não se enquadrar nas normas poderá pagar multas de valores altíssimos, chegando à casa dos R$ 50 milhões.

Controle de privacidade na internet

Com a LGPD, é necessário que exista um controle das conexões do estabelecimento em acessos públicos de internet. Principalmente, para evitar vazamentos e auxiliar no combate a crimes como os já citados acima. No Brasil, crimes já foram investigados mas encontraram dificuldades em suas conclusões devido ao não gerenciamento das conexões de internet. Em casos específicos de operações em São Paulo e Distrito Federal, por exemplo, algumas prisões não puderam ser efetuadas por terem sido praticadas em locais públicos. E coube ao estabelecimento responder pelos atos. Assim, quem fornece internet pública para clientes sem gerenciar as conexões corre um sério risco de responder a acusações de violações, a partir de processos, caso algum crime seja originário daquele ponto fornecido.

Portanto, se você é dono de um negócio que fornece internet aos clientes, tome cuidado. É fundamental que um gerenciador colete os dados de conexão da internet, sendo essa a exata função do SemSenha (saiba mais aqui). Através de nossos serviços, haverá uma segurança maior não só para quem usa, mas também para quem a fornece. s

Créditos da imagem: Freepik

 

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